terça-feira, 31 de agosto de 2010

Expocasório 2010



Aconteceu no dia 20 de agosto a 2ª Expocasório no Minas Centro. De acordo com a organização da feira - Parma Eventos, passaram por lá mais de 1000 casais que buscaram infomações e outras direções para realizar sua festa de casamento.

Os visitantes tiveram acesso aos mais variados expositores: desde os buffes e vestidos aos mais belos arranjos florais. A Valter Alves Designer Floral mais uma vez surpreendeu com estilo inovador, ousando na estética futurista e rebuscando um estilo arrebatador marroquino. "O brilho do casamento nao pode ficar somente nos arranjos e nos vestidos é essencial dar luz até mesmo onde se pisa", diz Valter Alves. Ele se refere à pista de dança que muda de cor simultaneamente em sincronia com as músicas que o DJ toca. De acordo com Patricia Simeone, "A feira foi mais uma amostra do reconhecimento de que é fundamental acontecer todos os anos pois já é um ponto de partida para começar a organizar a festa de casamento", a visitante explica sobre o curto espaço de tempo para organizar uma festa de casamento.

A Expocasório acontece todos os anos com o intuíto de amostrar um vasto "leque" de opçoes sobre como tornar o seu sonho em realidade. A Valter Alves Designer agradece a todos os noivos e parceiros que passaram por nossa stand.

Para conhecer o nosso trabalho, acesse ao nosso site:



sábado, 29 de novembro de 2008

Pais ou Heróis?!! Eles são tudo!!


Antes, ser gay era algo abominável, demoníaco. Os homossexuais eram reprimidos a ponto de serem espancados se fosse descoberto por algum grupo de militares. E os gays com medo da repressão, viviam como hétero. “A autoconsciência se dá mais tarde depois que você esta mais seguro do que é e do que quer. É uma auto-afirmação sendo que quando estamos em fase de formação, não temos a mesma segurança que temos hoje”, explica o cabeleireiro Islande Barone Melo.
Ele é casado há mais de 10 anos com sua mulher que ao longo da relação foi percebendo algo diferente no marido. Ela ficou grávida do pequeno Artur e dois anos depois ficou grávida de Heitor. Vera, esposa de Islande, afirmar ter uma relação saudável com o marido assumidamente gay. “Eu sei da homossexualidade do meu marido, e, amo ele mesmo assim”, conta a dona de casa. Ela afirmou que a relação com o marido é normal.
Islande afirma que a vontade de ser pai, foi uma das razões que fez com que aceitasse a própria sexualidade. “Adoro receber meus amigos em casa, faço festinha de aniversario dos meus filhos que ganham muitos presentes dos meus convidados”, conta. Islande afirma que convive com a mulher por sentir um profundo carinho por ela. Ele diz que pensou em se separar, mas não saberia explicar para família o fim do casamento. Mas hoje em dia, todos sabem de sua sexualidade e o respeita.
“Sou pai e sou gay! Sou muito feliz pelos filhos que tenho pela minha companheira e a minha família como base da minha formação!”, exclama o cabeleireiro. Muitos dos seus amigos, ao assumir a sua homossexualidade, enfrentaram: a decepção dos pais, a vergonha da família, o afastamento dos amigos, o preconceito no trabalho e a discriminação da sociedade. “E eu fui muito macho para fazer isso!”, conclui.
Islande não se arrepende de ter tido dois filhos e relata que o que sente pela atual mulher é um profundo carinho e gratidão. Hoje é possível se imaginar pais sem, necessariamente, estar num casamento hétero. Já é possível um gay adorar uma criança ou ser pai biológico. O cabeleireiro diz ainda que não se sente diferente, e que, a sua designação homossexual só tem sentido para ele e não para os filhos. Ele tem orgulho de ser pai, e ser gay. E uma coisa não existe sem a outra.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Disputa pela Prefeitura de BH ferve!




Durante o debate realizado nesta última quarta feira (25/09/2008), houve um clima de vaias sobre o candidato a prefeitura de Belo Horizonte Marcio Lacerda(PSB) por não ter comparecido. Os candidatos presentes: Leonardo Quintão (PMDB), Jô Morais (PC do B), Sergio Miranda (PDT), Gustavo Valadares (DEM), Vanessa Portugal (PSTU), Jorge Piriquito (PSOL) e Pedro Paulo (PCO) apresentaram suas propostas, e nenhum deles é a favor da mudança do terminal rodoviário de Belo Horizonte que hoje esta situado no centro da cidade, e, são a favor da mudança do modelo pedagógico defendendo a escola integral afim de socializar as crianças.
O debate ministrado pelos professores da Faculdade Estácio de Sá, Evaldo Magalhães e Marcelo Fretas, foi dividido três fases. A primeira fase foi feita uma única pergunta para todos os candidatos, a segunda fase foi de perguntas específicas e a terceira fase foi perguntas abertas que os jornalistas presentes faziam no debate. Leonardo Quintão ganhou a simpatia do publico e se mostrou coerente quando o assunto era educação. Ele parte do princípio que é preciso alterar não só o modelo pedagógico bem como também ampliar as estruturas física das escolas para atender a todos os estudantes dos turnos da manhã e tarde.
Leonardo Lemos Barros Quintão foi vereador em BH e é atualmente Deputado Federal, formado em administração de empresas e economista.
Ao ser questionado sobre sua identidade partidária por causa da indicação direta do Governador Aécio Neves para prefeitura de Belo Horizonte, Quintão relata que nunca houve um arranjo político, ele disse que é amigo do Governador assim como é amigo do Presidente Lula. O candidato pretende formar parceria com o Governador e realizar seus projetos. Leonardo Quintão deixa bem claro que se eleito como prefeito de Belo Horizonte, sua prioridade não vai ser obras e sim as pessoas “vou atuar na área da saúde que é minha prioridade”, diz o candidato.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Viver e não ter a vergonha de ser Feliz!




Quem foi que disse que relacionamento gay não vai além da “pegação”? Por muitas vezes já foi questionado porque relacionamento heterossexual é mais duradouro do que relacionamento homossexuais. Será o fato de os gays viverem ainda à margem da sociedade, ou seja, em guetos tais como boates, clubes fechados ou até mesmo locais apropriado a esse grupo? Mas hoje em dia o homossexualismo está tão em evidencia, já até se reportar temas polêmicos e telenovelas.
Segundo a terapeuta Joanadeth Matias Salão, o relacionamento gay está cada vez mais sólido e semelhante aos relacionamentos heterossexuais no sentido de conflitos e acertos. “Faço terapia de casais e já entraram em meu consultório casais gays o no meu diagnóstico identifiquei problemas semelhantes aos dos casais héteros, diz. Para ela os gays estão cada vez mais satisfeitos com a relação e vêm cada vez mais se destacando no mercado de trabalho, bem como em todas as outras áreas em que atuam, no entanto, eles têm mais segurança em firmar uma relação.
Em uma de suas consultas a casais gays, ela percebeu que o que estava acontecendo entre eles era uma guerra de ego. Os parceiros estavam questionando


sobre a importância do trabalho do outro e as questões do piso salarial de um ser maior do que a do outro. “Na verdade eles estavam carentes um do outro, mesmo porque eles ocupam posições de executivos dentro da empresa em que atuam, sugeri que fizessem uma viagem longa e, durante a viagem fizessem uma auto-avaliação da relação e revivessem tudo o que viveram no início da relação, e, deu certo!” afirmou a terapeuta.
De acordo com a Joanadeth, há ainda muita promiscuidade no meio gay, mas, quando eles se propõem a viver uma relação de verdade eles são bem sinceros e felizes na relação. “No meio gay há muita promiscuidade sexual, essa coisa de carne mesmo”, diz a terapeuta. Para ela o relacionamento sexual tende a durar a vida toda, diferentemente dos héteros que se casam e se separam. Se for gay atualmente é moda o que podemos afirmar com relação aos divórcios?

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Luz! Talento!! Ação!!!






Teatro com um clima descontraído, cenário simples que diz muito sobre o que esta prestes a acontecer! Atores nervosos, maquiagem a ser finalizada, e aquele retoque no figurino. São os elementos que se completam na arte de interpretar. É a arte do sonho e da realidade é a arte imitando a vida e claro o que não pode faltar, o grande público que está na expectativa do espetáculo “Cadeiras Cativas” montagem do grupo teatral ROTUNDA para semana da amostra de 1968. E o sonho acabou? Não se sabe, mas uma coisa é certa, o espetáculo vai começar.
O cenário foi produzido pelo artista plástico Djalma Marcelino, ele criou um plano de fundo com a idéia de prisão e sobre o palco havia doze cadeiras que se movimentavam ao longo do espetáculo dando suporte aos atores. Segundo o artista plástico, ele trabalhou com os recursos que tinha, pois não podia alterar a estrutura do auditório que foi o palco do espetáculo.

Ouça a entevista com o artista plástico e cenógrafo Djalma Marcelino sobre como foi o processo de criação do cenário do espetáculo “Cadeiras Cativas.”




Os atores por meio da sonoplastia e expressões corporais retratam o comportamento humano daquela época. Aborda dos mais variados constrangimentos sociais e individuais e a influencia política em 68. O ator Henry Pablo diz que o teatro redimensiona o que foi marcado no ano de 1968 e que atualmente as utopias acabaram e que os jovens de hoje perderam a essência do poder de contestação bem como toda sociedade em função do consumismo e individualismo.

Ouça a entrevista com o ator Henry Pablo sobre a importância dos jovens na época de 68 e a postura da sociedade como um todo nos dias atuais.



A atriz Alana Cássio falou sobre a maravilha de representar todo o movimento no período de 1968, compara o movimento aos “Sem Terra”. De acordo com a atriz os jovens lutam ainda mas por outras causas poucos expressivas como estudos, casa, carro etc.

Ouça a entrevista com a atriz Alana Cássio que falou sobre o papel da mulher nos dias atuais e os reflexos que o movimento de 1968 trouxe para a sociedade atual.





O espetáculo mostra que a sociedade civil em 1968, lutou naquela época, movimento utópicos ou não o fato é que havia um Brasil contestador que por muitas vezes foi silenciado até morte! A democracia hoje existe, e, ainda esta maqueada nos arraes politicos! Viver é não ter a vergonha de ser feliz em um país de brasileiros que sobrevivem e em constante luta diária com seus problemas individuais. O espetaculo cadeiras cativas convidou a todos a se sentarem e contemplar o que os jovens daquela época fez! As cadeiras do espetáaculo são para reflexões e não acomodação! E ae "pode chegar, pode escolher, a cadeira melhor para você!